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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A verdade sobre a Publicidade na internet

O título deste artigo pode parecer pretensioso demais. Como pode alguém se atrever a dizer que possui a verdade absoluta sobre qualquer coisa?

Claro que a grande verdade ainda está muito longe de ser conhecida por nós, simples mortais.

O título acima é “apenas” uma forma de chamar a atenção, para você se interessar em ler este artigo. Se você chegou até aqui, convido você a ler até o final. Acredito que valerá a pena. É uma forma de dizer: - Parem! Observem bem o que estão fazendo com a publicidade na Internet. É impossível continuarmos imaginando que a Internet é uma mídia de massa.

Que basta você colocar um banner, um pop-up num site com uma audiência fantástica, que rapidamente seu site irá explodir de tantos novos clientes. Infelizmente existe uma verdadeira febre, para alguns tipos de publicidade, que sinceramente não posso acreditar que empresários, preocupados com o sucesso do seu negócio na Internet, continuem colocando suas verbas de marketing em publicidade, que dá algo em torno de 0,4% de resultado.

Em 2004 assisti uma apresentação de um case de publicidade online. Lá estava a agência criadora da campanha e, acreditem, a gerente de marketing desta grande rede com um sorriso maravilhoso e feliz da vida porque a campanha onde ela investiu alguns milhões de reais deu um resultado surpreendente. Quer saber qual foi o resultado surpreendente? O resultado surpreendente foi 1%. E esse 1% não foi de vendas. Foi somente de conversão em cadastros no site. Vocês acreditam que alguém pode ficar feliz com este % de resultado? Pois é...

Este “case” foi apresentado num evento com dezenas de pessoas presentes para mostrar, como a Internet pode trazer resultados surpreendentes para as empresas. Será que deveríamos aplaudir esta campanha? Será que devemos nos contentar com este tipo de resultado? Sem questionar? Sem conhecer outras possibilidades? Agora sim, me atrevo a dizer qual é a “minha” verdade. Sinceramente, é inadmissível que uma empresa invista tanto para obter resultados ridículos como esse. E que fiquem felizes com este resultado. E que acreditem que é assim mesmo. Mas porque isso acontece? Vou apontar apenas um motivo, entre vários que existem:

Desconhecimento do ambiente WEB
Ainda existe um desconhecimento muito grande por parte dos responsáveis pelo marketing das empresas das formas de se obter resultados satisfatórios com a Internet. E é claro, as agências de publicidade “ainda” não entenderam que a Internet não é marketing de massa. Não é o local apropriado, para demonstrações de criatividade duvidosa e para criações animadas, multicoloridas e que ficam na nossa frente rodando, piscando, levando pra lugar nenhum ou mesmo para diversos outros lugares.

O curioso é que se perguntarmos para qualquer iniciante em Internet ele vai enumerar várias informações importantes para uma empresa obter resultados satisfatórios em publicidade online. Que é preciso investir em relacionamento, personalização, segmentação e por ai vai. Mas entre o discurso e a prática vai uma enorme diferença. Observem os sites das “grandes” agências de publicidade brasileiras. O que você vê? Vê um site que se preocupa em segmentar seu público? Vê um site que desenvolve um relacionamento ativo?

Será que aquele ditado que diz ”em casa de ferreiro, espeto de pau” se aplicaria aqui?

Vou muito além. O discurso vem baseado não em experiência prática mas sim em teoria absorvida da literatura. E literatura americana, pois existem raríssimas publicações de autores brasileiros. E passamos a acreditar que é assim mesmo que se faz publicidade online. Existem investimentos em ações muito duvidosas como as que são feitas em grandes portais sem nenhum trabalho de segmentação do público-alvo. Querem um exemplo? Você consegue lembrar qual a marca ou produto que estava presente no banner daquele portal que você acessou hoje? Tenho feito esta pergunta em nossos eventos.

Na maioria das vezes, poucos minutos depois de ter acessado alguns portais. Você quer saber a resposta? A resposta deve ser a mesma que você pensou. Não lembro do banner.. não lembro da marca, não lembro do produto. Porque isso acontece? Porque as empresas não estão investindo na segmentação personalizada do seu público-alvo. Estão investindo num volume de exposição que é totalmente equivocado ao meu ver.

A poucos dias vi num destes grandes portais um banner que me chamou muito a atenção. Era uma oferta imperdível para eu assinar um serviço de banda larga. Pena que eu estava distante mais de 3 mil Kms. Será que esta campanha deu o resultado esperado? Claro que não! Mas sempre vai haver um marketeiro de plantão que vai dizer: - e a exposição da marca? Sim, a marca ficou muito conhecida por algo que não pode entregar. E marketing não é criar necessidade e depois entregar o bem desejado? E já que estamos falando de publicidade online, gostaria de abordar a questão dos links patrocinados.

Hoje existe uma verdadeira febre das empresas e principalmente das agências em busca da compra de palavras-chave nos mecanismos de busca. Os chamados links patrocinados. Parece que de repente descobriram o filão de ouro na WEB. Na verdade, investem nesta modalidade por total falta de conhecimento de que é possível sim, posicionar um site no topo dos mecanismos de busca, sem precisar fazer este investimento.

Não sou contra o link patrocinado. Sou contra investir grande parte da verba do marketing durante longos períodos nesta modalidade e não se preocupar com uma estratégia de posicionamento nos mecanismos de busca que, a médio/longo prazo apresentará resultados muito mais expressivos em termos de qualificação da audiência e conseqüentemente conversão em novos clientes.

Acredito que o link patrocinado é muito útil em campanhas como de lançamento de produto ou serviço, para divulgar determinada ação pontual e não como uma estratégia de presença online permanente.

Mas porque as empresas estão enlouquecidas investindo nos links patrocinados? É porque o modelo de estratégia digital destas empresas é bastante falho. Elas já tentaram a publicidade online no formato dos banners, pop-ups, etc... e como o resultado é aquele que apontamos acima, algumas destas empresas passaram a investir nesta nova modalidade de publicidade.

Como o resultado que estão alcançando é muito superior ao experimentado nas outras ações, estas empresas estão convencidas de que este é o caminho ideal. Afinal de contas, estão aumentando sua audiência e o que é melhor, audiência qualificada, pois o internauta quando pesquisa algo nos mecanismos de busca, está procurando exatamente aquele produto ou serviço que sua empresa está oferecendo nos links patrocinados. Pronto. O sucesso online começa a bater na porta destas empresas.

Mas será que o investimento numa estratégia visando posicionar o site da empresa no topo dos resultados das pesquisas dos mecanismos de busca não seria muito mais eficiente? O modelo de negócio do link patrocinado prevê o pagamento de altos valores para se manter eficiente durante longos períodos. E quanto mais resultados sua empresa quiser ter maior será a necessidade de investimento neste tipo de publicidade. Portanto, a conclusão óbvia é também a mais simples.

Com um pequeno investimento, uma empresa alcança o topo dos mecanismos de busca e poderá permanecer lá por longo período, desde que sua estratégia de posicionamento nestes mecanismos de busca seja feito da forma adequada.

Para provar o que estamos relatando neste artigo, foi feita uma pesquisa sobre a preferência do internauta na hora de clicar num resultado de pesquisa nos mecanismos de busca. Tivemos mais de 860 respostas.

E o resultado apontou que 84,7% das pessoas clicam no resultado expontâneo e somente 13,3% clicam nos links patrocinados.

Precisa falar mais?

Queremos saber sua opinião sobre este artigo. Envie seus comentários para paulo@wbibrasil.com.br colocando no assunto: Artigo A verdade da Publicidade online. Será um prazer debatermos um tema tão interessante.

E pense na Publicidade online como um complemento a sua estratégia digital de segmentação do seu público-alvo e seu site passará a fazer parte do seleto grupo dos sites de 3ª geração. Sites de 3ª geração? Aguarde!

Publicidade Offline X Publicidade Online

Vivemos a era da mobilidade e da interatividade, correto?

Você já parou para pensar se a nossa publicidade acompanhou esta evolução?

Apesar do título deste artigo, não vou falar sobre as diferenças e/ou as vantagens de uma sobre a outra. Por que, dependendo de que lado está o profissional de marketing, uma vai ser SEMPRE melhor do que a outra.

Vou falar somente de evolução da Publicidade. E porquê não vou falar sobre um ou outro modelo.

Simples. Porque a publicidade online DEVE ser uma evolução, ou melhor, um complemento da publicidade offline. Só que para que a Publicidade online gere resultados satisfatórios para as empresas que investem nesta modalidade, é preciso tomar alguns cuidados, porque apesar de ser uma evolução, existem detalhes que diferem muito da Publicidade offline.

Vamos pegar alguns exemplos práticos:

1.) Liquidações:

Existem centenas de campanhas de liquidações em curso no Brasil e todas estas campanhas são baseadas numa campanha publicitária no formato offline. Existe pouca ação efetiva no ambiente WEB.

No RS, mais precisamente em Porto Alegre, existe o “Liquida Porto Alegre”, campanha que existe há 11 anos, com enorme sucesso de vendas, pois é realizada em fevereiro, um mês que tradicionalmente era fraco antes da criação desta liquidação. Em 1995, ano que surgiu esta liquidação o uso da mídia tradicional como jornais, rádios e TV, além de outdoors e panfletos eram as únicas formas de divulgação da campanha.

E hoje, 2007 ??

Passaram-se 11 anos desde a 1ª campanha criada para o Liquida Porto Alegre e, acredite se quiser, a forma de divulgação continua a mesma, ou seja, mesmo com o surgimento da internet neste período o investimento em publicidade continua sendo feito no mesmo tipo de veículo da década passada.

E a Publicidade online?

Não adiante “tentar” explicar para empresários, profissionais de marketing e publicitários que a Publicidade online pode ser segmentada de acordo com o perfil do cliente.

Não adianta justificar com pesquisas sérias de mercado que o investimento em Publicidade online possui uma taxa de dispersão extremamente reduzida.

Não adianta provar com cases reais que o correto na Publicidade é atingir o público-alvo e com a informação que ele deseja receber no formato mais interativo possível.

O investimento continua indo para a Publicidade offline.

Alguém vai dizer: Mas dá resultado!

Claro que dá, porque a verba para este tipo de publicidade é ENORME. E se forem analisar o ROI - Retorno sobre o Investimento -, com certeza muitos publicitários teriam dificuldades de justificar este investimento. Principalmente se houver uma comparação com o investimento feito na mídia online.

Mas a cultura empresarial no Brasil é baseada naquilo que se consegue ENXERGAR E TOCAR.

E a Publicidade online não se toca e não tem cheiro. E as vezes o empresário só olha os e-mails no final do dia, ou pior, só responde 24 ou 48 horas depois. Isso quando responde...

Porque isto acontece ??

Simples. Existe um fator muito importante para que a Publicidade online seja deixada de lado neste tipo de ação.

Falta de conhecimento do QUÊ pode ser utilizado neste tipo de campanha. Hoje a Publicidade online está extremamente amadurecida nos mercados americano e principalmente japonês. Lá o investimento em Publicidade online alcança índices excelentes e com potencial de crescimento ainda maior.

Poucos dias atrás recebemos a visita de uma grande agência japonesa interessada num intercâmbio de experiências e eles ficaram surpresos com o pouco investimento em mídia online no Brasil. No Japão, as grandes agências de Publicidade já possuem departamentos inteiros especializados neste tipo de planejamento.

Ah! Planejamento de Marketing Digital!!!!! Não confundir Planejamento de Marketing com Plano de Mídia.

Isto é assunto para o artigo da semana que vem.

Mas voltemos ao tema principal deste artigo. E aqui no Brasil ??

Aqui a Publicidade online como Link Patrocinado, por exemplo, ainda é MUITO, mas MUITO BARATA.

Pense bem: Suponhamos que sua empresa venda TV de Plasma. Você pagaria pela visita de um potencial cliente somente R$0,15, R$0,30 ou R$0,50 ??

Em países que a Publicidade online está muito adiantada, este valor é no mínimo 10 X maior. Portanto a conclusão lógica é que o investimento feito em Publicidade online no Brasil é muito baixo e gera excelentes resultados.

Mas não pensem que esta maravilha vai durar para sempre. Em breve os valores deste tipo de Publicidade online irão aumentar consideravelmente.

E quanto custa um anúncio no formato tradicional ? Milhares e milhares de reais...

O que se deve avaliar neste tipo de planejamento não é QUANTO vai custar e sim QUEM vai se interessar e dar retorno. O cálculo deste investimento deve levar em conta todos estes %.

E a Publicidade online é insuperável neste quesito. Desde que seja bem planejada e que os profissionais de marketing envolvidos entendam do que estão fazendo. E existe uma diferença enorme entre usuários experientes de internet e profissionais com conhecimento de internet.

Depois de 10, 15, 20 campanhas desenvolvidas este profissional vai entender o que é preciso fazer. E o cliente terá o resultado desejado.

2.) lançamento de produto

A pouco tempo atrás um grande datacenter no Brasil lançou uma campanha para divulgar seus produtos. Esta empresa nunca tinha feito um trabalho de Publicidade e contratou uma agência de marketing tradicional para desenvolver este trabalho.

Estranhei o fato de toda a publicidade de uma empresa que oferece serviços somente no ambiente WEB ser feita exclusivamente na rua. Principalmente através de outdoors espalhados por toda a cidade.

Fiquei imaginando para quem era esta campanha.

Para o empresário que ao utilizar a internet no seu dia-a-dia, percebeu que seu site está fora do ar ou demora para carregar ??

Minha conclusão, óbvia, era que sim.

Só que a campanha não foi feita no ambiente WEB para tentar impactar o potencial cliente quando ele estiver utilizando a internet. A campanha foi feita para quando milhares de pessoas estiverem na rua, passeando, namorando, fazendo compras, etc...

Será que neste exato momento o empresário vai lembrar ao ver este outdoor que ele precisa trocar de provedor??

Pense nisso, quando sua agência apresentar aquele Plano de Mídia com ações somente offline.

Dinossauros são muito bonitos na tela da TV ou no cinema.

Falei em dinossauro porque ?? Eu queria na verdade falar sobre Plano de Mídia. Mas não um Plano de Mídia do século passado.

Mulher é demitida por enviar e-mails com texto em caixa alta

A etiqueta na era do e-mail e mensagens instantâneas é algo totalmente diferente da que é utilizada no mundo real, já que a expressão facial e tom de voz não são transmitidos. Por não poder contar com linguagem corporal, podem haver mal-entendidos e, por isso, há regras para comunicação online. Por desconhecer tais regras, a neo-zelandeza Vicki Walker foi sumariamente demitida.

Walker trabalhava como contadora no ProCare Health, serviço de plano de saúde localizado na cidade de Auckland, na Nova Zelândia. De acordo com seus ex-empregadores ela foi despedida porque enviou a alguns funcionários um e-mail com palavras em caixa alta, negrito e cor vermelha.

O e-mail, que se tratava de uma lista de checagem para preenchimento de formulários continha itens destacados para advertir os colegas de seus esquecimentos. A data e a hora estavam em vermelho, e uma frase estava escrita em negrito azul: “Para garantir que o reembolso do seu pessoal seja processado e pago, por favor siga a lista abaixo”.

A explicação da empresa para a demissão da contadora teria sido seu suposto tom rude, a ideia de que gritava no e-mail e a perturbação que seu comportamento online causou no escritório. Segundo o jornal The New Zealand Herald, Walker nega qualquer uma dessas afirmações e considera a acusação algo “ridículo”.

Após ser demitida no final de 2007, Walker entrou na justiça contra a ProCare e está recebendo agora aproximadamente US$17 mil em compensações. Ela pretende seguir com o caso de demissão injusta e poderá conseguir uma indenização se vencer no tribunal.

“Eu sou uma mulher solteira com uma hipoteca, tive que re-hipotecar minha casa e pedir dinheiro emprestado da minha irmã para sobreviver. Eles quase arruinaram minha vida” disse Walker em nota publicada pelo blog Technically Incorrect do portal CNET.

Google estica barra de busca

O Google aumentou o tamanho do campo de busca que aparece tanto na página inicial como na de resultados do seu buscador, dando aos usuários mais espaço para os termos procurados.

"Ainda que seja uma ideia muito simples e uma mudança mais simples ainda, estamos animados quanto a isto", afirmou a vice-presidente do Google Marissa Mayer em post no blog oficial do Google. "O novo campo de busca mais largo do Google oferece textos maiores para que você veja mais claramente os termos procurados. Também permite um tamanho maior às sugestões abaixo do campo de busca, facilitando a escolha das melhores possíveis ", explicou Mayer.

O blog do Google traz uma comparação visual entre as duas versões do campo de busca: a tradicional e a nova, mais longa, revelada na quarta-feira (9/9).

O campo de busca maior é apenas uma entre as mudanças que o Google vem promovendo em seu serviço de busca nos últimos anos. Em agosto de 2008, as sugestões de busca apresentadas enquanto o usuário digita o termo que pretende buscar se tornaram padrão no Google.com.

Um ano depois, foi apresentado o Caffeine, nova arquitetura de buscas que o Google planeja usar para alimentar seu buscador e que já pode ser testado dentro do http://www2.sandbox.google.com. O Caffeine apresenta mudanças em relação à arquitetura atual no que diz respeito ao tamanho do índex e a velocidade de reprodução dos resultados.

Sobe satisfação com compras pela internet no mercado brasileiro

A satisfação dos consumidores brasileiros com as compras feitas pela internet subiu em agosto, segundo "O Índice de Confiança do e-consumidor". O estudo foi feito pela consultoria e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), setor da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net).

Naquele mês, a aquisição de itens pela rede foi aprovada por 87,29% dos consumidores brasileiros que usaram a rede no período, desempenho acima do registrado em julho (87,02%), que já havia sido o maior desde o início da realização da pesquisa, em janeiro deste ano.

O estudo foi feito com 128.743 pessoas em mais de 1.800 lojas virtuais do Brasil entre os dias 1 e 31 de agosto. Os critérios avaliados pelos consumidores foram facilidade para comprar, seleção de produtos, informação, navegação, entrega no prazo, qualidade dos produtos e do atendimento, política de privacidade e manuseio e envio dos artigos comercializados.

"O objetivo desta pesquisa é captar a expectativa do consumidor em relação ao serviço das lojas virtuais. E, nesse ponto, o resultado de 87,29% é muito positivo", afirma Gastão Mattos, consultor da Câmara-e.net.

Operadoras e bancos unem-se para testar pagamento móvel

Uma parceria entre Claro, VisaNet, Nokia, Visa, Bradesco e Banco do Brasil testará a viabilidade de um sistema de pagamento móvel no Brasil usando a tecnologia Nead Field Communication (NFC). Ela permite que cartões de crédito, débito, vales transporte e refeição sejam integrados ao celular. Para fazer o pagamento, basta que o consumidor aproxime o aparelho de um terminal com essa tecnologia.

No Brasil, o acordo entre as instituições financeiras, a operadora de telefonia, a empresa de pagamentos eletrônicos e a fabricante de celulares prevê que o projeto-piloto terá duração de quatro meses, entre agosto e novembro. Estão participando dos testes 70 pessoas, entre clientes Claro, Banco do Brasil e Bradesco. O aparelho da Nokia usado é o 6212, que tem o NFC embarcado.

O objetivo é testar a aceitação dos consumidores em relação à nova forma de pagamento e avaliar questões de integração tecnológica e de modelo de negócios. Se os testes forem bem-sucedidos, a solução poderá ser oferecida comercialmente a partir de 2010.